Brasao da familia Wermelinger, 1575
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Arquivo Wermelinger

Genealogia da familia Wermelinger — de Wolhusen ao Brasil

uando o Ministro Thomaz Antonio de Villa Nova Portugal, que sucedera o reticente

Conteudo do documento

uando o Ministro Thomaz Antonio de Villa Nova Portugal, que sucedera o reticente Ministro Bezerra, notifica a Dieta Helvética sobre a nomeação. As negociações não se desenvolvem sem oposição da Inglaterra, principal aliada de Portugal, para a qual certamente o estabelecimento no país , de artífices e tecelões, poderia comprometer a dependência brasileira quanto ao manufaturado britânico. A este adversário reservaria Gachet, nos incontáveis textos que produziu ao longo de 1818, o traço mais ferino de sua pena, denominando-o "inimigo de todos os governos", buscando "aniquillar em todas as nações as artes, a indústria, e o comércio, e apoderar-se da autoridade para estabelecer a sua tyrania e o seu monstruoso monopólio exclusivo". Em sua tarefa de atribuir aos britânicos toda a sorte de mazelas que viessem a ter como efeito causar impacto junto a aristocracia e a classe dominante, Gachet habilmente se reporta a revolta de escravos ocorrida anos antes no Haity: "Não foi ella que excitou os espiritos para a revolta dos negros e mulatos de S. Domingos, que lhes forneçam armas e munições de guerra, pa. se subtrahirem pr. ella a authoridade legitima e que se apressou de reconhecer a Independência d'aquelles assassinos ainda … sangue de seus senhores e de seus benfectores?" Desnecessário questionar quais os supostos benefícios que haveria em ser escravizado e o texto de Gachet, no que se refere aos cativos, já antecipa claramente o que ocorrerá na colônia, adotando o imigrante sem qualquer restrição os costumes vigentes, tornando-se proprietário de escravos sempre que as suas condições sócio-econômicas o permitiam. De qualquer forma, o diplomata gruyeriano demostra uma vez mais ser um habilidoso defensor de suas posições e um atento articulador quanto a distinção das preocupações emergentes naquela sociedade pós-colonial. Ao longo dos primeiros meses de 1818 os partidários da migração gradualmente se fortalecem, prevalecendo sobre a facção tradicionalista que apoiava as posições inglesas. Ao contrário da migração permanente, contudo, o governo decide por uma experiência inicial, a partir da qual se avaliaria a conveniência ou não de um fluxo constante. Em contrapartida, os interesses da corte em uma migração militar associada, para a criação no Rio de Janeiro, de um regimento de estrangeiros, não encontrará eco entre os administradores cantonais. Restava pois, escolher o sítio exato para a futura colônia e formular o tratado definitivo. [1] Como também é referido Nicolas Gachet no Brasil. [2] AN – Entrada de Estrangeiros. Postado por Henrique Bon às 12:02 Um comentário: sábado, 24 de janeiro de 2009 OS INDIVÍDUOS, SUAS HISTÓRIAS E SUAS FAMÍLIAS - 5 FAMÍLIA ANDRIÉ Jean Louis Andrié, protestante, natural de Neuchatel, chegou ao Brasil com 29 anos, a bordo do Debby Elisa. Uma vez em Nova Friburgo ocuparia ele a casa 93 e o lote agrícola 06. Sua estadia na colônia, no entanto, é breve, partindo ele em março de 1822 para Minas Gerais. Em 1824 já será assinalado em Cantagalo. Curiosamente, em fevereiro de 1836, o pastor luterano Frederic Oswald Sauerbronn, refere-se a um "Johann Ludwig Andrä", radicado no Rio de Janeiro. Será uma adaptação do nome do imigrante, ao alemão? FAMÍLIA ANKLIN O ferreiro Jean Anklin, germanófono, católico e nascido em Liesberg, Jura, no ano de 1772, embarcaria no Camillus, juntamente com a esposa e sete filhos. Destes, a mulher Marianne e o pequeno François, de 14 anos, sucumbiriam no navio, tendo os corpos lançados ao mar. Os sobreviventes ocupariam na colonia a casa 72 e o lote 37, partindo em torno de 1825, para Campos dos Goytacazes. Postado por Henrique Bon às 06:42 2 comentários: quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 3 - A MIGRAÇÃO SUÍÇA DE 1819 - MOTIVAÇÕES LUSO-BRASILEIRAS No Brasil, desde meados do século XVIII já se anteviam os contornos do aparato ideológico que desaguaria quase cem anos após na migração européia. Em um trabalho formulado em 1753, o padre jesuíta Ribeiro da Rocha[1], talvez o primeiro intelectual a se preocupar especificamente com a escravidão, alertava sobre os, para ele, temív --- Fonte: Telegram Data: 2026-03-31 From: Tiago Wermelinger Chat: direto
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2026-03-31 11:43:02

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Como citar:

Arquivo Wermelinger, Documento #182, uando o Ministro Thomaz Antonio de Villa Nova Portugal, que sucedera o reticente. Acesso em 14/04/2026.